
Duas coisas.
Uma, deixar que as pessoas sejam como são. Gostar muito delas assim.
E outra, dizer sincera. Dizer o que achamos que podem melhorar.
Juntar as duas.
“A verdade, dita de uma forma redonda, nunca me zanga.” Foi o que me respondeu.
Foi o que ela me respondeu quando peguei num papel e lhe escrevi. Com muita calma. Carinho também. A palavra redonda era o que lhe pedia, uma palavra que me pedem também.
Quase sempre reajo mal quando me fazem o mesmo. A semana passada também. Porque chateia mesmo que estar sempre perto mas nunca lá. Nunca completamente bem. Sempre aquela nódoa numa coisa que nos dizem ser bonita.
E sei que a entristeci. Não sei ainda se a afastei.
Sei que leva tempo. Espero (in)quieta. Sem perguntar.
1 comentário:
tudo na vida leva um pouco de tempo.e muita paciência. e palavras redondas. também gosto de acreditar no bem-querer. e na sinceridade. na sinceridade que pode existir mesmo quando se gosta-muito-muito. o tempo, a idade, a vida, os afastamentos ensinaram-me (desensinaram-me?) que o equilíbrio é difícil e a dor dura. vou teimando. às vezes porque acredito. às vezes porque (rais me parta) não sei ser de outra maneira.
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